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sábado, 25 de maio de 2013

Censura na internet



A internet aproximou as pessoas, tornando o mundo numa aldeia global, em que a maioria das pessoas consegue aceder à internet. A par de todas as facilidades e ferramentas que este meio de comunicação oferece, todos estamos facilitados a escrever o que nos apetecer e divulgar conteúdos sem qualquer problema, sejam estes factos verdadeiros ou não, ou seja, podemos colocar qualquer informação mesmo sendo falsa sem que haja um controlo prévio da informação lançada. Consideramos então a internet, um meio de comunicação massivo. Assim sendo, todos concordamos que a internet é um meio cheio de oportunidades e de debate de ideias, que pode muitas vezes gerar conflitos, devido à dualidade de opiniões. Já aqui falei que na intenet há falta de regulamentação e por isso todos podemos escrever o que quisermos neste meio, sendo mesmo conteúdos de natureza racista, ofensiva, pornográfica.
Se por um lado a internet aproximou o Homem, facilitou os negócios entre outras inúmeras vantagens adjacentes a este meio de comunicação, por outro prejudicou situações de caráter profissional, ou de investigação criminal ou até mesmo de segredo de Estado, devido ao facto de ser cada vez mais fácil aceder a informação confidencial ou fazer ataques a sistemas de segurança informática. Vejamos o caso da Wikileaks sobre as prisões de Guantánamo dos  EUA, que demonstraram o terror em que vivem os prisioneiros, pondo os EUA numa situação complicada, que poderia comprometer o equilíbrio mundial. 
Já alguns governos internacionais tentaram procurar os responsáveis pela divulgação de informações secretas, tendo também sofisticado os seus softwares com uma maior segurança.
Atualmente, vemos um grande aumento na utilização das redes sociais como forma de divulgação/promoção de marcas ou empresas, mas que por vezes censuram alguma opinião de um cliente, pois por vezes certas marcas não aceitam opiniões divergentes.
Em jeito de conclusão, todos concordamos que há uma liberdade total na internet, pois qualquer pessoa pode produzir qualquer mensagem e consequentemente torna-se também num alvo de censura. Temos todos o dever de estar sob alerta aos sinais de abuso e manipulação inerentes neste meio de comunicação.

Por Ana Coelho

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Cyberbullying

O constante crescimento das tecnologias tem proporcionado a que adolescentes e crianças tenham um maior acesso à internet e consequentemente o uso das tecnologias de informação e comunicação tem sido cada vez mais comuns na sociedade actual. O hi5, facebook, Msn e twitter são os que fazem parte do nosso dia-a-dia pois é neles que podemos manter contactos com amigos, postar comentários e fotos, enviar e-mails e links sobre gostos diversos. No entanto estas redes sociais podem ser usadas como prática de bullying que praticado na internet é designado por cyberbullying. Cyberbullying é assim a violência, ou seja o bullying quer por meio de uma ameaça, manipulação ou sofrimento praticado no ciberespaço por um individuo ou grupo com a intenção de prejudicar outrem. Uma das características mais graves é o anonimato pois é mais complicado de descobrir o autor das acções no mundo virtual. Vou deixar aqui um vídeo onde explicita de forma mais clara o poder deste fenómeno nos dias de hoje.


Por Andreia Silva

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Smell-O-Vision

Japanese researchers developed a monitor that releases odors. These smells are generated through vaporization of spheres of gel. This system also includes ventilators that it allow a experience more real for users. At the moment, the monitor can issue only one smell at a time.
The technology called Smell-o-Vision and was developed by Haruka Matsukura and colleagues at the University of Tokyo and can allow for innovation in advertising, especially ads in food, shampoos and cleaning products.

Pesquisadores japoneses desenvolveram um monitor que liberta odores. Estes odores são gerados através de vaporização de esferas de gel. Este sistema inclui também ventiladores que permitem uma experiência mais real para os utilizadores. No momento, o monitor pode emitir apenas um cheiro de cada vez.
A tecnologia  chama-se Smell-O-Vision e foi desenvolvida por Haruka Matsukura e seus colegas da Universidade de Tóquio e pode permitir a inovação na publicidade, especialmente em anúncios de alimentos, champôs e produtos de limpeza.

tela

Por Ana Coelho

Os meios de comunicação - influenciam ou não o Homem?

Desde cedo que o Homem tem ao seu dispor os meios de comunicação, que depressa de expandiram. É verdade também, que ainda hoje, encontramos pessoas que não têm acesso à informação. Não contestamos de forma alguma, que estes não assumiram e assumem um papel crucial na sociedade. Aproximou indivíduos e culturas, permitiu o acesso à informação e tornou a comunicação mais fácil – aldeia global, termo que traduz a ideia de um mundo que fica cada vez mais pequeno perante o efeito das novas tecnologias. São então importantes os meios de comunicação; dão a possibilidade às pessoas de se manterem informadas. Contudo, a difusão dos meios de comunicação não se revelou totalmente benéfica. Sabe-se que desde o final dos anos 30 e início dos 40, que os meios de comunicação podem influenciar e manipular as pessoas. Exemplo disso foi a transmissão radiofónica, Guerra dos Mundos, de Orson Welles e o regime nazi que utilizou frequentemente a meios de comunicação para controlar a opinião das pessoas. Isto acontecia, devido ao baixo nível de instrução que as pessoas tinham e sendo assim as mensagens ouvidas eram imediatamente aceites pelas populações, sem porem em causa. A Teoria Hipodérmica explica este fenómeno: exemplifica o efeito que as mensagens transmitidas pelos meios de comunicação de massa tinham no público recetor, ou seja, as mensagens atingiam todas as pessoas de igual forma, provocando a resposta esperada e certa ao estímulo emitido. 
Atualmente, já não estamos tanto perante esta realidade, e as pessoas já não absorvem a informação da mesma forma que no passado. Os indivíduos normalmente têm tendência a não “dar ouvidos” a mensagens que não vão de encontro aos seus valores, crenças ou opiniões. Por isso, ideias e mensagens que o contrariam, já não são assimiladas. Desta forma os recetores interpretam conforme o seu interesse (perceção seletiva), eliminando o que não interessa. Isto pode também mudar a mensagem inicial, ou seja, as pessoas ao interpretarem de forma diferente distorcem de certa maneira a mensagem. 
Apesar, do Homem fazer uma análise em relação ao que lê/ouve/vê, os meios de comunicação ainda se revelam bastante persuasivos nomeadamente na vertente comercial. Em épocas festivas, somos abordados por imensos anúncios que nos induzem ao consumismo, mas cabe a cada um, conseguir sobreviver aos ataques constantes com que somos atingidos pelos meios de comunicação, para isso é preciso sermos pessoas críticas e não nos deixarmos influenciar.

Por Ana Coelho

sábado, 13 de abril de 2013

Conventional newspaper Vs. Online newspaper /Jornal convencional Vs. Jornal online



Nowadays, almost all of us have easy access to a digital medium, so quickly we put in with the news that mark the day and as such questions arise such as: "Are we before the extinction of newspapers?" or "Does the newspapers online will eliminate the traditional newspapers?".
Almost all media have changed over time, the result of innovations that have emerged. Take for example the case of radio when the advent of television, where all eyes were focused on television and radio then needed to adapt and innovate, and still remains in our day to day!
Unlike conventional newspapers, online newspapers offer greater accessibility to readers, first because they have access to information to zero cost, possibility of joining images, text, audio, videos, updates anytime of the day and as often as you want, participate in discussion forums, consult previous editions, all in one half and with just one click!
The case of newspapers is the same as that of the books, a book we easily in digital form. However, for lovers of reading, reading on a tablet or a computer, does not give the same pleasure, the feeling defoliate each page, have the book / newspaper in hand.
Many journalists believe that print newspapers will be able to remain in society, however aware that the weight that he had a few years ago is not the same today and reducing copies is a natural consequence. However, they are aware that it is necessary to work the content and present them in a different way, not making a copy of the printed newspaper online.



Hoje em dia, quase todos nós temos fácil acesso a um meio digital, por isso rapidamente nos pomos a par das notícias que marcam o dia e como tal surgem questões como estas: "Será que estamos perante a extinção dos jornais impressos?" ou "Será que os jornais online vão eliminar os jornais tradicionais?".
Quase todos os meios de comunicação sofreram alterações ao longo do tempo, fruto das inovações que foram surgindo. Vejamos por exemplo o caso da rádio aquando do aparecimento da televisão, em que todas as atenções foram centradas na televisão e a rádio precisou então de se adaptar e inovar e, ainda hoje permanece no nosso dia a dia!
Ao contrário dos jornais convencionais, os jornais online oferecem uma maior acessibilidade aos leitores; primeiro porque têm acesso à informação a custo zero, possibilidade de juntar imagens, texto, audio, vídeos,  atualizações a qualquer altura do dia e as vezes que se quiser, participar em fóruns de discussão, consulta de edições anteriores, tudo num só meio e apenas com um clique!
O caso dos jornais é o mesmo que o dos livros, facilmente dispomos de um livro em formato digital. Contudo, para os amantes da leitura, ler num tablet ou num computador, não dá o mesmo prazer; a sensação de desfolhar cada página, ter o livro/jornal na mão...
Vários jornalistas acreditam que os jornais impressos conseguirão manter-se na sociedade, no entanto têm consciência que o peso que este tinha a alguns anos atrás não é o mesmo de hoje e a diminuição de exemplares é uma consequência natural. Porém, estão conscientes que é necessário trabalhar os conteúdos e a apresentá-los de forma diferente, não tornando o jornal impresso uma cópia do jornal online.

Por Ana Coelho